Criada em 2008, a revista Graciliano é uma publicação temática e com periodicidade bimestral. Oferece ao leitor um conteúdo que busca revelar aspectos da cultura local. A cada edição, jornalistas e especialistas de diferentes áreas imprimem seu conhecimento em reportagens, entrevistas, artigos e ensaios.
Prestes a completar 100 anos, o Diário Oficial de Alagoas garantiu, ao longo de sua existência, a credibilidade como principal veículo informativo de interesse público no Estado. Com o avanço tecnológico, o Diário Oficial se moderniza e chega com sucesso à web.
A Imprensa Oficial Graciliano Ramos realiza investimentos, apostando nos recursos de tecnologia para oferecer alta qualidade na confecção e no acesso do público ao Diário Oficial. Ao acessar o site, o usuário também tem a sua disposição uma busca especializada de leis e acesso aos atos destacado.
O Diário Oficial é composto pelo Suplemento Diário e pelos cadernos: Poder Executivo, Poder Legislativo, Tribunal de Contas do Estado de Alagoas, Ministério Público Estadual e Justiça Federal. O Suplemento Diário é elaborado pela Agência Alagoas onde são disponibilizadas notícias de interesse público e informações sobre atividades sociais e culturais das Secretarias do Estado.
A coleção reedita, em formato fac-símile, obras importantes sobre Alagoas que estavam fora de catálogo, contribuindo para a reflexão a respeito da história, da geografia e da economia locais.
A obra de Ivan Fernandes Lima, "Maceió: a cidade restinga", faz um minucioso estudo, baseado em mapas e análises do solo, clima e vegetação, das características geográficas da cidade, além de destacar a geodiversidade de todo o litoral alagoano.
Em "Dom Pedro II e Dona Teresa Cristina nas Alagoas", Abelardo Duarte se debruça sobre registros de jornais, livros, correspondências oficiais da época e no diário do imperador, destacando aspectos que ainda correspondem à realidade do Estado.
Já em "O Drama da Descoberta do Petróleo Brasileiro", Edson de Carvalho, pioneiro nas pesquisas petrolíferas no País, faz um relato sobre as primeiras incursões em busca do que chama de "ouro negro" no Brasil, contando detalhes sobre aquele que seria o primeiro poço de petróleo no Brasil, em Riacho Doce, Litoral Norte de Maceió.
O historiador Moacir Medeiros de Sant'Ana apresenta em "Contribuição à História do Açúcar em Alagoas" dados preciosos ao abordar a história do açúcar desde o período colonial até meados do século 20 e sua importância no desenvolvimento econômico de Alagoas. Esta obra apresenta costumes que ainda perduram nos dias atuais.
Cinco obras infantis ilustradas selecionadas através de edital, que apresentam narrativas ligadas ao folclore, mitos, lendas, a história e a cultura de Alagoas. Os livros infantis desta coleção têm o objetivo de incentivar a leitura entre as crianças a partir do contato com o cultura alagoana.
Upiara trata da cultura indígena ao narrar a história de um pequeno guerreiro indígena que precisa mostrar à sua tribo que ser diferente não significa ser inferior.
O que só as minhocas podem ver retrata um trecho importante da história do Estado: a ocupação de Penedo pelos holandeses e portugueses, no século 17. A aventura é vivida através de Jurema e Xinoca, duas minhocas que guiam o leitor em um passeio pela cidade de Penedo.
Pescando histórias à beira-mar passeia por lendas contadas nas vilas de pescadores alagoanas. Histórias que são passadas de pai para filho e revelam um pouco dos costumes, crenças e cultura das comunidades que vivem da pesca no Estado.
As cidades do interior de Alagoas são retratadas no livro "O baile das meninas". A história se passa em São Miguel dos Milagres, litoral Norte do Estado, e trata de um grupo de pastoril que, na noite de estreia, não consegue encontrar uma de suas integrantes.
O livro "O segredo do rio Mundaú" é ambientado na Serra da Barriga, em União dos Palmares. A obra mergulha na riqueza cultural de Alagoas ao narrar a luta de Zumbi, o personagem principal, para libertar o povo negro da escravidão. A história mistura-se ao folclore brasileiro ao mostrar a amizade entre o herói e a sereia Iara.
Democratizar a literatura através de qualidade gráfica e preços baixos. Esse é o intuito da Imprensa Oficial Graciliano Ramos com a coleção de livros de bolso Para Todos. Através desta coleção, são disponibilizados no mercado editorial local obras de domínio público de referência na literatura nacional, alagoana e estrangeira por apenas R$ 5,00.
Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, é o quinto título do selo dos livros de bolso. Com publicação original em 1880, o livro marca a mudança de estilo na escrita de Machado de Assis. Como indica o título, o protagonista faz, depois de morto, sua autobiografia. A narrativa é contada de trás para frente, apresentando temas contemporâneos à sua época, como escravidão, crítica ao estilo de vida da aristocracia, o cientificismo e o positivismo.
O clássico de Machado de Assis, Dom Casmurro, publicado em 1899 foi escolhido para ser o primeiro título da Coleção Para Todos pelo seu imenso apelo popular e por ser referência no ensino médio e nas provas de vestibular em todas as universidades do país. O livro foi escrito em primeira pessoa, com narrador-personagem, Bentinho, que tenta restaurar, na velhice, a adolescência.
O clássico "Os Sertões", de Euclides da Cunha, é o segundo título da Coleção Para Todos. O livro é uma espécie de relatório feito por Euclides da Cunha, enquanto correspondente do jornal O Estado de São Paulo, sobre a Guerra de Canudos. Porém, o autor vai muito além do conflito. Ele conta também o modo de vida das pessoas no Nordeste, especialmente no Sertão.
O clássico "Marília de Dirceu", de Tomás Antônio Gonzaga, é o quarto título da Coleção Para Todos. A obra, publicada originalmente em 1792, é dividida em três partes. É o trabalho mais importante do poeta português e de extrema relevância para a literatura brasileira. Os poemas são bucólicos e marcados pelo retorno à limpeza de linguagem e à simplicidade dos ideais.
O clássico "Cortiço", de Aluísio de Azevedo, é o sexto título da Coleção Para Todos. Dividido em 23 capítulos, apresenta a vida em uma habitação coletiva de pessoas no Rio de Janeiro.
O clássico Senhora, de José de Alencar, é o terceiro título da Coleção Para Todos. A obra, dividida em quatro partes, pertence à escola literária do Romantismo. Em Senhora, José de Alencar critica os valores sociais na época do Segundo Império, em especial a influência do dinheiro nas relações sociais. O livro é referência no ensino médio e nas provas de vestibular em diversas universidades do País.
O imenso tesouro guardado em velhos cadernos de capa de papelão e presos por um fecho metálico - era assim que Jorge Cooper fabricava seus livros - permaneceu obscuro (três livros publicados e dois inéditos) até a publicação desta edição, que reúne as cinco obras que produziu. Mais do que uma publicação de toda obra de Jorge Cooper, este livro de 406 páginas, organizado pelo poeta e professor universitário Fernando Fiúza, traz para o leitor críticas a respeito de seu trabalho - assinadas por grandes nomes como Lêdo Ivo, Dirceu Lindoso, Marcos de Farias Costa e José Paulo Paes - a biografia do poeta, sob ótica de seu filho único, o médico e porta Charles Cooper, e uma breve fotobiografia.